quinta-feira, 31 de março de 2011
quarta-feira, 23 de março de 2011
Maratona Guinness World Records com DJ King!
Um marco para o Rap Nacional, para a cultura negra e principalmente para o Brasil.
Dj King está desde a meia noite de hoje (17) no comanda das pick-ups. O objetivo do desafio é entrar para o Guines Book, livro dos records mundiais. Para isso ele precisa superar o atual recorde que é de 120 horas e tocar pelo menos 120 horas e 1 minuto.
Mas o objetivo de Dj King é ainda mais audacioso. Ele quer permanecer tocando por pelo menos 125 horas, isso significa que a expectativa é de só largar os toca-discos às 5 horas da próxima terça-feira (22).
Preparo para se manter tanto tempo no comando do som King tem. Afinal, em 2010 ele se apresentou em 303 lugares diferentes, ou seja, tocou em baladas quase todos os dias. Um processo de superação própria em relação aos anos de 2009, com 257 datas e 2008 com 240 datas. Um público crescente estimado, hoje, em 200.000 pessoas por ano.
Com certeza a vitória não será só de DJ King mas de todo o hip-hop brasileiro. Então, acompanhe ao vivo e torça por ele.
Dj King está desde a meia noite de hoje (17) no comanda das pick-ups. O objetivo do desafio é entrar para o Guines Book, livro dos records mundiais. Para isso ele precisa superar o atual recorde que é de 120 horas e tocar pelo menos 120 horas e 1 minuto.
Mas o objetivo de Dj King é ainda mais audacioso. Ele quer permanecer tocando por pelo menos 125 horas, isso significa que a expectativa é de só largar os toca-discos às 5 horas da próxima terça-feira (22).
Preparo para se manter tanto tempo no comando do som King tem. Afinal, em 2010 ele se apresentou em 303 lugares diferentes, ou seja, tocou em baladas quase todos os dias. Um processo de superação própria em relação aos anos de 2009, com 257 datas e 2008 com 240 datas. Um público crescente estimado, hoje, em 200.000 pessoas por ano.
Com certeza a vitória não será só de DJ King mas de todo o hip-hop brasileiro. Então, acompanhe ao vivo e torça por ele.
Assista o novo videoclipe do EMICIDA – Rua Augusta
Assista o novo videoclipe do EMICIDA - Rua Augusta
O rapper EMICIDA acaba de lançar seu segundo videoclipe, a música escolhida foi “Rua Augusta” que ganhou uma nova versão no vídeo. Com direção de Felipe Rodrigues e Lucas Gandini, Rua Augusta foi filmado na rua mais famosa de São Paulo, quando falamos em prostituição.Assista abaixo e deixe seu comentário sobre esse trabalho:
Créditos:
Musica:Emicida/Casp
Direção:Felipe Rodrigues e Lucas Gandini
Finalização:Marcus Mantovanelli
Fotos Making OFF:Pedro Gigante
Produção:Emicida,Fióti,Tujaviu,Mundiko
Agradecimentos Especiais:Charles,Rosana,Arthur Dantas ,Dj Nyack,Tiagão,Alex,Casp e toda familia Laboratorio Fantasma!!!
a rua é noiz
sábado, 19 de março de 2011
sexta-feira, 18 de março de 2011
SALVE SALVE AMIGOS CONFIRA AGORA O VIDEO CLIP DO GRUPO US VAGABUNDO CHIC
SALVE SALVE AMIGOS CONFIRA AGORA O VIDEO CLIP DO GRUPO US VAGABUNDO CHIC CONTAMOS COM A COLABORAÇÃO DE VCS PARA QUE NOSSO TRABALHO CHEGUE AOS DE MAIS QUE AINDA NÃO CONHECE us vagabundo chic DIVULGUEM
terça-feira, 15 de março de 2011
Sabadão dia 19 tem programa Manos e Minas (tv cultura) especial lançamento “Mixtape O jogo”
Sabadão dia 19 tem programa Manos e Minas (tv cultura) especial lançamento “Mixtape O jogo” a partir das 18h.
DJ Bola 8, Dexter, A familia, Gaspar, WGI, Kartel D La Rua.
segunda-feira, 14 de março de 2011
domingo, 13 de março de 2011
Hoje começa aqui no blog um quadro chamado "YOUTUBEOKÊ"
Começa hoje o quadro " YOUTUBEOKÊ " confere ai o video do Rapper RONALDO MIB - Sair Sem Destino, e já envia o link aqui pra nos postarmos no blog é noiz...
quinta-feira, 10 de março de 2011
Divox é indicado ao Prêmio Açorianos de Música!!!
Divox é indicado em três categorias no Premio Açorianos.
O rapper porto alegrense Divox, foi indicado essa semana com a música “Eu sei o que ela quer” em parceria com a banda Novo Extima as categorias de Melhor compositor, melhor interprete e melhor produtor de rap no Prêmio açorianos de música, premiação mais importante do sul do Brasil.
Além dessas três indicações, Divox também concorre a melhor Disco do ano com dois trabalhos, as mixtapes Time dos Sonhos volumes 1 e 2 que são projetos de autoria do rapper.
A premiação acontece no dia 26 de abril no teatro do bourbon Country com entrada franca.
terça-feira, 8 de março de 2011
Mano Marck-Sou Cachorro Loko (Clipe Oficial)
COLETÂNIA DA FAMILIA S,T,N VOL 01 FAMILIA E NÓIS !!
Família S.T.N. - Somos Todos Negros
01 Estado Emocional
02 Realidade Sem Máscara
03 A*P*R*C*
04 Soldier
05 MC Nete
06 João Basílio
07 Sem Meia Verdade
08 Fase Ideológica
09 Dhunk Nap
10 Rilk Mc
11 Depoimento Criminal
12 Ilusão Obscura
13 O.M.F.
14 A Febre
15 Conhecimento Fundamental
16 Rapaziada do Morro
17 Relatos do Beirú
CLICK AQUI PRA FAZER DOWLOAD
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Um pouco sobre o Rapper JB
João Bazilio
João Batista Alves – JOÃO BAZILIO – ingressou na música aos 15 anos de idade. Influenciado pelo o que ouvia desde os 10 anos (SAMBA, MPB, REGGAE, FORRÓ), passou a escrever suas letras. Grandes partes de seu aprendizado musical foram adquiridas no grupo de rap Gangster UNR, no qual pode aperfeiçoar sua técnica musical, sua abordagem como letrista e tanto sua postura como MC. Em meados de 2002 com a separação do grupo UNR, JOÃO BAZILIO deu continuidade a seu trabalho assim formando o grupo Olhos da Rua, produzindo e gravando seus raps a fim de lançar seu primeiro disco.
No início de 2004, começou a experimentar produzir bits diferenciados, onde trocou o groove dos samples pelo dos sintetizadores, e a batida consistente por uma batida inteligente, porém, mais rebuscada e mais dançante. Com influências do que ouvia de tudo um pouco, passando dos mais antigos como: Caetano Veloso, Edson Gomes, Zé Ramalho, Tim Maia; pelos mais atuais como: Jorge Vecilo, Cabé Violeiro, Maria Rita; As experiências deram certas, e o MC adotou o nome de JOÃO BAZILIO, começou a fazer vários shows como, por exemplo: Salvador (BA), Florianópolis (SC), Guarulhos, São Bernardo, Diadema, Rio Claro no interior paulista entre outros… Pode constatar sua grande evolução no vocal, e a certeza de seu talento como um artista completo, e atualmente desenvolve seu talento em vários projetos paralelos. Como por exemplo, figurante no DVD do Sombra (ex: SNJ).
João junto com seus parceiros de caminhada no rap
Além disso, esta em estúdio para projetos futuros com “DVX RAP STUDIOS”, em fase de gravação nas parcerias com, Rafa (RAFUAGI-RS), FLH, MIB e Pastor (INTERNAMENTE), LCN e Xando (O CÁLICE), Sombra, Negro Goy, Victor (CUBA), Mony Lemos (ANGOLA), Suave entre outros. Seu trabalho já pôde ser conferido em alguns sites, www.myspace.com/joaobazilio e também no youtube e suas apresentações ao vivo são caracterizadas pela sua grande energia e sua ótima postura de palco, num desempenho que desperta a atenção de todos. Seu disco solo traz doze faixas de puro hip-hop alternativo, todas produzidas por DIVOX (DVX RAP STUDIOS – RS), LCN (LABORATORIO CAVERNA), com músicas que tratam de diversos assuntos partindo da crítica, da diversão, e da reflexão.
João Bazilio “A CENA É ESSA”, com seu estilo autêntico e inigualável, traz a todos um hip-hop brasileiro com toda a essência e riqueza de sua raiz, em sons que te fazem pensar e sons que te fazem dançar…Saiu em numa coletânea chamada mixtape Hip Hop Guarulhos, em novembro de 2009 e vai sair em outra agora em março chamada de Time dos Sonho, de Porto Alegre. Participou ainda de um trabalho na Angola, na África, chamada de Mixfakes, que também será lançada em março. Agora em fevereira será lançada outra mixtape que ele fez parte. A mix recebeu o nome de Família STN, de Salvador.
Já esta nas ruas o cd A CENA É ESSA.
Confere ai as musicas do grupo Fase Ideologica direto de Salvador-BA
BAIXEM E CONFIRA AS NOSSAS MUSICAS FASE IDEOLOGICA CD
http://www.4shared.com/file/WK6A3x12/FASE_IDEOLOGICA__DEMO_.html
segunda-feira, 7 de março de 2011
8 anos sem Sabotage, morre o homem nasce o mito…
O tempo é algo implacável e passa muito rápido dia 24 janeiro de 2011 fazem 8 anos da morte do rapper Mauro Mateus dos Santos que se eternizou para sempre como Sabotage.
O eterno maestro do Canão entrou para a história do rap nacional como rapper, músico e ator.
Um guerreiro, lutador que contrariou o sistema e conseguiu mostrar todo o seu talento.
Sabotage sempre representou o rap, à negritude onde quer que ele fosse, nas telas de cinema , em programas globais, ou pelas favelas do Brasil.
Sempre com um sorriso carismático, jeito espontâneo, atencioso ao extremo com o público e com letras fortes Sabotage cantava e encantava por onde passava.
Para muitos a morte não existe é apenas uma passagem , mas independentemente de qualquer crença ,uma coisa é fato pode-se mata o homem seu corpo, mas nunca poderão matar sua alma sua história.
Sabotage permanece vivo dentro dos corações de quem aprendeu com ele que “ Rap é compromisso , não é viagem”. “Que um bom lugar se constrói com humildade é bom lembrar”.
É impressionante que em todos os shows sempre tem um mano carregando no peito o nome do maestro .
Morre o homem nasce o mito…
As saudades, as lágrimas são inevitáveis…
Eu JB deixo aqui minha homenagem para o eterno Sabotage.
Com certeza ele esta em um bom lugar .
“64 Linhas” novo vídeo do MC PROJOTA

"64 Linhas" novo vídeo do MC PROJOTA | leia esse artigo
02 Dias
25.952 Exibições
Esses números podem soar estranho pra você, mas para o Mc Projota eles são bem familiares.
64 Linhas é o nome do novo vídeo do Mc Paulistano Projota.
02 Dias é o tempo em que o vídeo está no ar (postado em 17/01/2011)
25.952 foi o número de clicks que o vídeo recebeu no youtube.
Até o momento em que eu escrevia este texto, mais precisamente às 14h03 esses eram os números referente ao novo trabalho de Tiago Projota, que no momento em que você estiver lendo este texto com certeza já serão ultrapassados.
Mais que rimas fortes e precisas falando das diferenças existentes no Rap o vídeo traz uma ótima qualidade de imagem.
Com a fúria de quem está cansado de ver o Rap se dividir e não se unir Projota aponta o dedo na ferida daqueles que não veem o Rap como uma engrenagem onde cada parte se faz necessária, “Nós fazemos parte de um corpo só, chamado Rap, e então não vem querer julgar qual dos braços é o melhor”, dispara o Mc do Lauzane logo na primeira estrofe.
Depois da dificuldade de postar o vídeo no youtube relatado por Projota no Twitter, (@projota) veio a rápida ascensão de visualizações e criticas positivas.
Artista: Projota
Música: 64 Linhas
Produção Musical: Dj Caique
Produção Visual: Projota
Imagens: Spinardi
Edição: Projota
Música: 64 Linhas
Produção Musical: Dj Caique
Produção Visual: Projota
Imagens: Spinardi
Edição: Projota
O Rap e seus diferentes estilos. Saiba o que cinco MC’s pensam sobre o tema
O Rap e seus diferentes estilos. Saiba o que cinco MC's pensam sobre o tema | leia esse artigo
O pensamento ditador daquele que impõe o seu rap como o melhor, cria casulos, onde representantes de um “estilo” se isolam dos outros e começam a agir como narcisos, apontando o dedo ao redor, julgando tudo que não se iguala ao seu como erro.
Para saber o que representantes do Rap na atualidade pensam sobre esse tema, o Portal Rap Nacional trocou uma ideia com Emicida, Douglas (Realidade Cruel), DBS, Cleber (Ao Cubo) e C4bal.
Rótulos, Barreiras, Divisões e afins
O rapper Emicida começou sua carreira nas rodas de Freestyle e canta um “estilo” de Rap denominado ou rotulado por alguns como: Underground. Para Emicida as divisões existem muito mais na cabeça das pessoas do que dentro do Rap. “As pessoas criam barreiras, elas se escondem atrás desses rótulos, acho que é uma burrice que soa como se alguém fosse mais que
alguém dentro de um certo contexto, você pode falar de 500 mil temas diferentes, pode usar 500 mil influências diferentes, mas no fundo a essência é o rap e só”, afirma.Já Cleber do grupo Ao Cubo, um dos grupos mais representativos no cenário Gospel, afirma que com o tempo foram aparecendo novos adeptos e criadores de novos estilos que vieram somando com os que já existiam. “Todos esses subtítulos somam para cultura hip-hop, beneficiam o movimento num todo, nem que seja de gota em gota”, comenta.
No ponto de vista do rapper DBS as divisões existem e é uma consequência natural de qualquer estilo musical. “O rap é o estilo musical mais mutante que existe, ele se transforma e se adapta a cada país e região, com sua diferença de crença, tradições e história, em um país como nosso que tem de tudo um pouco é natural as divisões de estilo”, ressalta.
A consagração do grupo Realidade Cruel se deu pela maneira agressiva de cantar, as principais marcas deste grupo do interior de São Paulo são as letras e a postura intensa no palco. RC é considerado um grupo Gangsta e para Douglas, líder do grupo, as divisões existem mais na maneira como cada um produz. Para ele, a divisão e atribuição de rótulos não representam nada de errado. “Não vejo como prejudicial, mas sim como identidade. Cada grupo tem uma identidade”.
C4balé visto pelo grande público como defensor do Rap Pop. Isso porque muitos consideram que as músicas feitas por ele fogem das raízes. Ao contrário de Douglas, C4bal se diz contrário aos rótulos “Rotular é julgar, mas só Deus é meu juiz. Eu não me identifico com nenhum rótulo, não me prendo a
dogmas/paradigmas, faço o que quero e que se foda o que pensam de mim”, disparou. As causas e consequências das subdivisões
Ao que tudo indica o rap teria muito a ganhar com todos seus “estilos”, que na prática deveriam existir somente para agregar valores ao movimento hip-hop. Mas o problema acontece quando as subdivisões não são respeitadas pelos próprios integrantes e adeptos e cria-se um clima tenso.
Para DBS, Douglas e C4bal as diferenças ganham proporções indesejadas quando perde-se o respeito. “O problema maior que vejo nisso é quando as regras que dizem ‘o meu direito começa onde termina o seu’ não são respeitadas, começa rolar uma parada de impor que esse é certo, e se o seu não é igual ou próximo, então não serve, este conceito é o que fode, você fala de igualdade nas letras, de respeito, mas não respeita o próximo que tem ideias e ações diferentes das suas”, constata DBS.
Douglas também prioriza o respeito entre as partes envolvidas. “O que não pode haver é desrespeito. Eu particularmente tenho bom relacionamento com todo mundo. Desde os das antigas como com a nova geração, independente de estilo”.
Um respeito maior pelo trabalho do próximo e pelas diferenças existentes em qualquer estilo musical, são as principais formas apontadas por C4bal de vermos o Rap melhor, engajado na máxima do respeito cantado em diversos refrãos. “Só porque você não concorda, não quer dizer que é errado e só porque você não gosta, não quer dizer que é ruim, tem espaço pra todo mundo”.
Essas barreiras que muitas vezes impossibilitam o rap de chegar são para Emicida causadas pelo fato de um querer ser melhor que o outro. “Eu acho que em partes se deve a essa carência das pessoas que querem ser melhor que os outros, acho até num certo ponto uma arrogância de algumas pessoas acharem que um estilo é melhor que o de determinada pessoa, na essência os melhores são a mesma coisa, quanto mais a gente se dividi, mais seremos vistos não como uma cultura que caminha há anos, mas como uns moleques que tem um monte de picuinha entre eles”.
Emicida constatou ainda que com este posicionamento nunca o rap formará uma rede forte e consistente de música. “Chega em outra cidade, os caras lá em outra cidade, ou em outro bairro, tem uma visão de que não vão escutar fulano porque é Gangstar, ou Underground, isso é uma parada muito burra, você se manifestar dessa forma sem ouvir o outro lado, você bater de frente, usar um argumento desses que você não conhece, a realidade é a essência do rap, que nós todos fazemos”, disse Emicida.
Para Cleber a segregação entre os estilos pode prejudicar o rap pois o movimento funciona como um corpo onde existem vários membros que são importantíssimos para seu desenvolvimento. “Se um braço se rebelar e tentar se separar do restante, o corpo todo sente sua falta e começa a perecer. Existe um texto bíblico que diz que não é possível andar dois juntos se não estiverem de acordo, tudo que traz divisão não é bom, precisamos de grandes homens e mulheres pensantes, que não pensem somente em seu próprio umbigo e sim no corpo inteiro”, declarou.
O muro de Berlim do Rap Nacional começa a ser derrubado
A passos lentos as barreiras que subdividem o rap começam a cair. Uma avalanche de talentos de várias idades, regiões diferentes e principalmente pensamentos peculiares, vem dando uma nova forma ao canto falado.
Falas e críticas desconexas tem dado espaço a uma análise com um pouco mais de respeito ao trabalho do próximo, principalmente partindo do principio que vivemos em constante mutação do meio,
que é considerado o principal elemento de produção do rap. Assim, as influências que levaram Thaide a fazer o rap “Homens da lei”, não podem ser hoje, 20 anos mais tarde, as mesmas influências que o levaram a escrever a música “Então toma”.Uma cultura que cultua os mesmos ídolos sempre, tende a se tornar uma cultura com prazo de validade. Porque quando esses ídolos não estiverem mais presentes, quem dará continuidade ao rap?
Para Emicida pessoas antes consideradas diferentes encontraram semelhanças ouvindo suas músicas, e esta união deu origem a uma visão menos estereotipada do Rap “Algumas dessas barreiras estão caindo, eu mesmo não acredito em Nova escola e Velha escola, uma vez eu vi o Baambata falando que existe uma escola só, que é a escola verdadeira, concordo com essa parada plenamente, o que deve existir é o respeito mutuo, concluiu.
Cleber acredita que somente a união poderá derrubar essas barreiras. “Precisamos unir nossas forças e conhecimentos, sem orgulho, nem marra. Ninguém nasce sabendo de tudo, ainda mais em nosso meio onde 97% não tiveram oportunidade e nem condições de se preparar tecnicamente com cursos musicais, e administrativos”.
Quanto mais houver união entre as partes do Rap mais o público irá ganhar, foi o que afirmou Douglas. Ele garante que não tem preconceitos por estilos diferentes dos seus. “Eu mesmo vou aos shows do DBS e ele não é gangsta. Já cantei e dividi palco com Emicida, assim como com Ao Cubo, e eles não são gangsta. Existe muita pluralidade e diversidade dentro da nossa conjuntura e isso é bom, pois da aos fãs múltiplas opções de escolha”.
Controvérsias….
Diferente de Cleber, Emicida e Douglas, há aqueles não vêem o fim dessas barreiras como algo próximo. C4bal, por exemplo, acredita que a união de “estilos” esta longe da nossa realidade. “Não
acredito que veremos unificação no Rap brasileiro, mas a vida é feita de ciclos, os dinossauros estão saindo de cena e a nova geração ta chegando. Eu fiz minha parte, mas não depende só de mim , torço por todos que correm pelo crescimento/desenvolvimento coletivo, não por suas “panelas. Sei que os leitores desse site não vão concordar, na verdade, não vão entender, mas algum dia, tudo isso fará sentido”, conclui.Não existem razões lógicas para que o rap não seja simplesmente Rap, mesmo que os “estilos” diferentes de cantar existam, um movimento que já sofre com a segregação, não pode se deixar levar pela segregação. Não podemos nos ferir com a mesma faca que somos feridos, o respeito pela individualidade e pela liberdade deveria [poderia] ser a primeira linha de raciocínio dos que de alguma maneira fazem parte desta cultura de rua.
O sentimento implícito nas linhas deste texto é cantado pelo MC Projota na música 64 linhas, onde entre outras frases ele dispara “Cada um fazendo a sua parte,
sem discussão, sem divisão, pela multiplicação da arte”.
Douglas enfatiza que o rap precisa expandir seu horizontes e olhar para onde nunca ninguém olhou e ver ali uma oportunidade. “Um dia o Brown falou pra mim que nós nos dividimos muito, brigamos muito, quase sempre pelo farelo do bolo, quando na verdade a cereja está lá, intacta. Precisamos arriscar mais, pensar grande e termos ambição pelas nossas conquistas”, finaliza.
Está tudo pronto para o grande show “Dexter e Convidados” em Diadema
Está tudo pronto para o grande show "Dexter e Convidados" em Diadema | leia esse artigo
Como senão bastasse a fúria de Dexter nos palcos para lotar o show, ele ainda convocou grandes nomes do rap nacional para abrilhantar ainda mais a festa. Mv Bill, GOG, Mano Brown, Rappin Hood, Edi Rock, Don Pixote, Thaíde, Douglas (RC), Erick White, Nathy MC, Nego Jam, MC Cauan e Dj Matheus, Gregori, Vanessa Jackson, Lakers e Pá, também vão soltar a voz neste domingão e o Projeto Nave (banda que toca no Manos e Minas) também vai fazer parte desse dia que promete entrar para a história de Diadema.
Mas um show de rap para ficar completo precisa ainda de bons DJ’s e apresentadores. Por isso Dexter convidou DJ Bola 8, Lord, Loo, Easy Nylon e Kl Jay para comandar as pick-ups e Max B.O. e DJ Fábio Rogério para apresentarem o evento.
Quem quiser garantir o ingresso antecipado por apenas R$ 15,00, tem que correr até um dos pontos de venda, já que segundo lote será mais caro. O novo valor ainda não foi divulgado, mas não vale à pena arriscar. Abaixo você confere a lista completa dos pontos de venda:
Santo André
Loja Mil Grau
Loja Mil Grau
São Bernardo do Campo
Loja Zion
Loja Zion
Diadema
Tiozinho do Rap – Shopping Popular
Vizu Hip-Hop – Galeria Praça Rio Branco
Tiozinho do Rap – Shopping Popular
Vizu Hip-Hop – Galeria Praça Rio Branco
Campinas
Dedi Modas
Dedi Modas
São Paulo
Loja Rap Power – Galeria 24 de Maio
Loja Via Hip-Hop
1 da Sul
C&D
Loja Via Hip-Hop
1 da Sul
C&D
Mais informações podem ser obtidas através dos telefones (11) 3813.3365, (11) 8789.6289 ou (11) 8680.0275.
MANO BROWN tem programa disputado por SBT e RedeTV
Líder do Racionais MC’s, Mano Brown está preparando uma atração para a TV ao lado da agência M3 Criatividade. Ainda sem nome, o programa de auditório terá atrações musicais e debates sobre violência, saúde e baladas.
Segundo o jornalista Alberto Pereira Jr, Brown terá participação fixa à frente e atrás das câmeras. O primeiro piloto será gravado no dia 26 de janeiro. SBT e RedeTV já demonstraram interesse.
Inquérito lança videoclipe da música “Um Brinde” e faz exibição em 175 lugares
Vamos Brindar: campanha do grupo Inquérito chega a cinco países
Videoclipe Um Brinde será exibido em 170 pontos no Brasil e em cinco outros países
Quando o professor de geografia Renan Lélis se dirigia para mais uma manhã de aulas em Arthur Nogueira, não imaginava que as plantações de cana-de-açúcar, paisagens comuns do cotidiano, se tornariam a inspiração para uma campanha mundial contra o alcoolismo.
Naquela mesma manhã, não mais como o professor e sim como o MC e compositor, ao pensar no quanto pode ser amarga a vida de quem produz o açúcar, Renan Inquérito compôs os primeiros versos da canção “Um Brinde”, que estreia hoje o videoclipe.
O que seria apenas um material de entretenimento e cultura transformou-se num objeto de saúde a partir do momento em que a canção ganha tons de conscientização sobre os problemas e a degradação social provocada pelo álcool.
Dirigido por Vras77, o videoclipe foi feito nas cidades de Nova Odessa, Campinas e Santa Bárbara D´Oeste e usou, como locação, um pátio de carros batidos, um bar e uma usina de cana. A veracidade fica por conta do figurante conhecido como Canjica. No clipe, ele interpreta o “Seu Zé”, que é como ele se chama e já teve, também, problemas com a bebida.
Contudo, o destaque fica por conta da exibição em mais de 170 pontos em todo Brasil e cinco pontos no exterior: Guiné Bissau, Cuba, Portugal, Londres e Nova York.
Todas elas devem acontecer entre os dias 18 de fevereiro – quando tem início a Semana Nacional de Combate ao Alcoolismo – e 8 de março, que é o período de Carnaval, quando aumenta, assustadoramente, o nível de ingestão de bebidas em todo país.
Para se ter uma idéia da gravidade da situação, a Organização Mundial da Saúde considera que o álcool mata mais que a AIDS e a violência. Por conta disso, a ação, que também leva o nome de “Um Brinde”, leva informação a todos os locais em que consegue.
Gratuitamente, o grupo distribui os DVDs em pontos que se interessam por exibições coletivas, como escolas, Ongs, associações e coletivos.
Para Renan Inquérito, o material é uma forma de falar a todas as pessoas sobre os problemas relacionados ao álcool e a época é propícia. “Estamos num período pré-carnaval e buscamos reduzir os índices apresentados nas estatísticas. Pessoas morrem, no mundo, vítimas do álcool de alguma forma e os problemas envolvendo o álcool atingem várias esferas como saúde, violência, educação, economia, etc. O Inquérito quer fazer mudança e estamos conseguindo”, frisa.
Já o produtor da música, Marcelo Guerche comenta da importância do tema. “Já perdi pai e irmão por conta do álcool. Acho importante o rap tratar de temas assim, porém, com maturidade, como o Inquérito vem fazendo”, frisa.
Vale lembrar que a repercussão da canção começa antes da campanha ser idealizada e já rendeu ao grupo a inserção num roteiro de um curta-metragem produzido em Ilhéus, por estudantes que abordaram prostituição e alcoolismo num trabalho escolar.
O filme “2 Lados da Moeda 2: Sem País das Maravilhas” , produzido por Tiago Casaes Santos, 20 anos, deve concorrer, neste ano, ao Festival Baiano de Cinema. Em 2010 recebeu trofeus do Governo
Estadual o prêmio de melhor filme e melhor trilha sonora.
“A ideia é que agora o filme seja exibido em outras unidades educacionais e também em casas de recuperação para dependentes químicos”, diz Santos.
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